Direito e Religião retratos da intolerância às religiões afro-brasileiras no século XIX
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
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Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
23.08.2023
Verlag
Editora DialéticaSeitenzahl
172 (Printausgabe)
Dateigröße
2319 KB
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786525294858
"Direito e religião: retratos da intolerância às religiões afro-brasileiras no século XIX" é fruto da dissertação de mestrado do autor, grau obtido na Faculdade de direito do Largo de São Francisco (FD-USP).
Em sua pesquisa, o autor busca compreender a relação entre o Direito e as religiosidades afro-brasileiras no século XIX. Para tanto, busca-se analisar e mapear os múltiplos significados de "batuques", "zungus", "casas de dar fortuna", "candombes" e "candomblés".
Dessa forma, o texto convida o leitor a conhecer as manifestações religiosas da época, por meio de relatos sobre objetos encontrados em locais de culto e através de notícias de jornais e periódicos. Assim, o autor traça paralelos e aproximações entre as práticas religiosas afro-brasileiras dos oitocentos e as atuais.
O leitor é apresentado aos protagonistas de tais cultos, como Juca Rosa, Laurentino Inocencio, Papai Félix, Rainha Mandinga e tantos outros. A trajetória dos mencionados sacerdotes, contada pelos jornais, é o fio condutor que leva aos cultos e cerimônias religiosas, possibilitando a compreensão de como se davam as relações de acordos que permitiram a sobrevivência de tais cultos.
Ao fim, discute-se a fragilidade dos instrumentos permissivos - dos acordos - e das razões que levaram ao aumento da perseguição aos fenômenos religiosos afro-brasileiros no final do século XIX.
Em sua pesquisa, o autor busca compreender a relação entre o Direito e as religiosidades afro-brasileiras no século XIX. Para tanto, busca-se analisar e mapear os múltiplos significados de "batuques", "zungus", "casas de dar fortuna", "candombes" e "candomblés".
Dessa forma, o texto convida o leitor a conhecer as manifestações religiosas da época, por meio de relatos sobre objetos encontrados em locais de culto e através de notícias de jornais e periódicos. Assim, o autor traça paralelos e aproximações entre as práticas religiosas afro-brasileiras dos oitocentos e as atuais.
O leitor é apresentado aos protagonistas de tais cultos, como Juca Rosa, Laurentino Inocencio, Papai Félix, Rainha Mandinga e tantos outros. A trajetória dos mencionados sacerdotes, contada pelos jornais, é o fio condutor que leva aos cultos e cerimônias religiosas, possibilitando a compreensão de como se davam as relações de acordos que permitiram a sobrevivência de tais cultos.
Ao fim, discute-se a fragilidade dos instrumentos permissivos - dos acordos - e das razões que levaram ao aumento da perseguição aos fenômenos religiosos afro-brasileiros no final do século XIX.
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