Este ensaio propõe a novela gráfica como um género literário, tendo como eixo estruturador a obra teórica de Rodolph Töpffer, e o seu conceito de literatura em estampas, um novo género escrito através de texto e imagem. Centrado nos géneros narrativos, dará especial destaque ao romance, cuja forma proteica permite assimilar novas formas romanescas, nomeadamente a novela gráfica. No universo da novela gráfica, a adaptação de obras literárias, para além de constituir uma prática corrente, definida pelos historiadores como uma das suas «tendências» mais marcantes do curso da história da banda desenhada portuguesa, é um fator decisivo para a constituição do género.
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