Diário de quarentena 90 dias em fragmentos evocativos
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
16.10.2020
Verlag
Rocco DigitalSeitenzahl
208 (Printausgabe)
Dateigröße
1328 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786555950335
Diário de quarentena, de Frei Betto, focaliza os três primeiros meses da pandemia do coronavírus de 2020, e já surge predestinado a se transformar em uma obra de referência duradoura, como o Diário da peste de Londres, de Daniel Defoe, publicado em 1722 e ainda em catálogo nos dias de hoje.
O livro de Frei Betto, assim como o de Defoe, não se prende apenas às respectivas tragédias, a epidemia de peste bubônica que matou 70 mil pessoas em Londres em 1665, e a pandemia que causou muito mais vítimas aqui no Brasil. Ambas as obras estabelecem uma rica reflexão acerca da condição humana e mesclam o drama pessoal à tragédia coletiva para tentar responder a perene indagação: "Quem somos nós, de onde viemos, para onde vamos?"
A peste londrina do século XVII e a pandemia do novo milênio reafirmam o mesmo triste paradoxo: nada mais prejudicial à vida humana e à preservação de nosso planeta do que a própria humanidade... Acontecimentos funestos na esfera pessoal (acidentes, doenças graves, desemprego e divórcio) proporcionam excelentes oportunidades para que uma pessoa possa se "reinventar", a palavra-chave da época atual. Do mesmo modo, tragédias coletivas (terremotos, tsunamis, genocídios e demais conflitos armados, exílio, secas prolongadas e, agora, a pandemia) podem proporcionar ótimas oportunidades à humanidade para fazer uma correção de rota para que a justiça e a felicidade reinem sobre a Terra.
Essa é a bela e urgente mensagem deste Diário de quarentena de Frei Betto.
O livro de Frei Betto, assim como o de Defoe, não se prende apenas às respectivas tragédias, a epidemia de peste bubônica que matou 70 mil pessoas em Londres em 1665, e a pandemia que causou muito mais vítimas aqui no Brasil. Ambas as obras estabelecem uma rica reflexão acerca da condição humana e mesclam o drama pessoal à tragédia coletiva para tentar responder a perene indagação: "Quem somos nós, de onde viemos, para onde vamos?"
A peste londrina do século XVII e a pandemia do novo milênio reafirmam o mesmo triste paradoxo: nada mais prejudicial à vida humana e à preservação de nosso planeta do que a própria humanidade... Acontecimentos funestos na esfera pessoal (acidentes, doenças graves, desemprego e divórcio) proporcionam excelentes oportunidades para que uma pessoa possa se "reinventar", a palavra-chave da época atual. Do mesmo modo, tragédias coletivas (terremotos, tsunamis, genocídios e demais conflitos armados, exílio, secas prolongadas e, agora, a pandemia) podem proporcionar ótimas oportunidades à humanidade para fazer uma correção de rota para que a justiça e a felicidade reinem sobre a Terra.
Essa é a bela e urgente mensagem deste Diário de quarentena de Frei Betto.
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