O inverno de 1932
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
11.09.2023
Verlag
Alameda Casa EditorialSeitenzahl
392 (Printausgabe)
Dateigröße
5707 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786559661879
O romance histórico O Inverno de 1932 surpreende pela trama que apresenta com sensibilidade e ousadia a visão de mulheres sobre um acontecimento ainda repleto de sentidos e significações múltiplas.
Manuela, Marina e Manuela, a bisneta, em tempos históricos diferentes, intercruzam vivências amorosas, memórias e tradições inventadas. Apoiada em pesquisa histórica importante, a autora não caiu em armadilhas de reinterpretações ou considerações intelectuais valorativas sobre a denominada e comemorada Revolução de 32, em São Paulo.
No lugar, temos a crítica viva do cotidiano coletivo comum tomado pela brutalidade do conflito, da memória utilizada para interesses diversos e do fio condutor do amor geracional entre as Manuelas. Por fim, um segredo guardado desde o inverno intenso e armado de 1932 se revela na forma de afeto.
György Lukács, na obra O Romance Histórico, aponta que ao gênero não deve interessar a narrativa dos grandes acontecimentos, mas fundamentalmente apresentar de forma poética as pessoas que vivenciaram essa experiência no tempo. Ana Figueiredo atendeu essa premissa.
Manuela, Marina e Manuela, a bisneta, em tempos históricos diferentes, intercruzam vivências amorosas, memórias e tradições inventadas. Apoiada em pesquisa histórica importante, a autora não caiu em armadilhas de reinterpretações ou considerações intelectuais valorativas sobre a denominada e comemorada Revolução de 32, em São Paulo.
No lugar, temos a crítica viva do cotidiano coletivo comum tomado pela brutalidade do conflito, da memória utilizada para interesses diversos e do fio condutor do amor geracional entre as Manuelas. Por fim, um segredo guardado desde o inverno intenso e armado de 1932 se revela na forma de afeto.
György Lukács, na obra O Romance Histórico, aponta que ao gênero não deve interessar a narrativa dos grandes acontecimentos, mas fundamentalmente apresentar de forma poética as pessoas que vivenciaram essa experiência no tempo. Ana Figueiredo atendeu essa premissa.
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