Há pressa no cais
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Sprache:Portugiesisch
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inkl. gesetzl. MwSt.Beschreibung
Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Nein
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
01.09.2023
Verlag
Editora Gato-BravoSeitenzahl
114 (Printausgabe)
Dateigröße
2468 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9789899069398
"Há pressa no cais" é um livro que mostra-nos a essência de Lisboa presente em diferentes perspetivas, uma cidade milenar com histórias incontáveis e imemoriais de um povo que ama a casa, mas se desafia a buscar futuros possíveis em outros mares. Um cais, espaço de chegadas e partidas, turistas e trabalhadores, lágrimas e alegrias, vidas alheias que se unem na pressa de viver.
O autor aborda temáticas como a infância, as noites lisboetas e as críticas ao cotidiano adulto. Cada história tem o seu recorte de local, seja um bairro encantador, uma região pitoresca ou a própria cidade de Ulisses: Lisboa, a baía formosa.
Neste livro de crónicas, a escrita precisa de João Pedro Duarte oscila entre a paixão e a objetividade, e essa dualidade se apresenta ao longo de todos os contos: a juventude e a velhice, o turista e o trabalhador, a saudade de casa e a vontade inquietante de expandir os horizontes. Fala-nos da rotina humana, simples, mas tão profunda que evoca um capítulo inteiro sobre a escolha do almoço: "Postas de pescada ou bifes de frango, eis a questão".
Depois do seu primeiro livro "Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo" (2020), em que trouxe com humor as reflexões da pandemia, nesta nova colectânea o autor segue com sua prosa aprimorada, mergulha na contemplação dos prazeres da vida e traz-nos algumas boas pérolas de leitura.
O autor aborda temáticas como a infância, as noites lisboetas e as críticas ao cotidiano adulto. Cada história tem o seu recorte de local, seja um bairro encantador, uma região pitoresca ou a própria cidade de Ulisses: Lisboa, a baía formosa.
Neste livro de crónicas, a escrita precisa de João Pedro Duarte oscila entre a paixão e a objetividade, e essa dualidade se apresenta ao longo de todos os contos: a juventude e a velhice, o turista e o trabalhador, a saudade de casa e a vontade inquietante de expandir os horizontes. Fala-nos da rotina humana, simples, mas tão profunda que evoca um capítulo inteiro sobre a escolha do almoço: "Postas de pescada ou bifes de frango, eis a questão".
Depois do seu primeiro livro "Carta muito pessoal de um recluso Covid-ativo" (2020), em que trouxe com humor as reflexões da pandemia, nesta nova colectânea o autor segue com sua prosa aprimorada, mergulha na contemplação dos prazeres da vida e traz-nos algumas boas pérolas de leitura.
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