O raminho de arruda
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Sprache:Portugiesisch
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inkl. gesetzl. MwSt.Beschreibung
Produktdetails
Format
ePUB
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Altersempfehlung
ab 8 Jahr(e)
Erscheinungsdatum
04.07.2024
Illustriert von
Luis Matuto
Verlag
YellowfanteSeitenzahl
48 (Printausgabe)
Dateigröße
162986 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786560650213
Faixa etária: A partir de 8 anos
Temas: cultura popular brasileira, folclore, superstições, rima.
"Era um pezinho de arruda nascido lá no canteiro. Não foi ninguém que plantou... Dona Zi sentiu o cheiro:
- Mas, olha só, que beleza! Vou usar como tempero!
Justo naquele momento ia passando um rapaz que depressa aproveitou e, provando ser capaz, mal Dona Zi se virou, pegou o pezinho e zás!
Como nós todos sabemos, arruda é uma planta forte. Para quem vive azarado, e até com medo da morte, basta arrumar um raminho. Qualquer azar vira sorte!"
A superstição segundo a qual a arruda traz benefícios espirituais e protege quem usa, espanta o mal e traz boa sorte é bastante forte e presente em nosso dia a dia. Partindo daí, Bel Azevedo criou uma aventurosa e terna história para um singelo raminho de arruda, que passa por muitas mãos e acontecimentos, sempre levando fé e esperança.
O texto narrativo, metrificado e rimado é fluente, divertido, gostoso de ler. Um posfácio sobre os poderes da arruda informa e aprofunda a leitura.
As ilustrações de Luis Matuto, do Estúdio Arado, ampliam e enriquecem o clima bem brasileiro do texto, com personagens típicas de nosso povo, apresentadas em traços e cores que mesclam nostalgia e contemporaneidade. A partir de sua pesquisa, o artista capta a essência da cultura gráfica popular para criar imagens que, além de belas, também estabelecem uma conexão emocional imediata com os leitores.
Belo exemplo de um dos muitos aspectos de nossa rica cultura popular!
Temas: cultura popular brasileira, folclore, superstições, rima.
"Era um pezinho de arruda nascido lá no canteiro. Não foi ninguém que plantou... Dona Zi sentiu o cheiro:
- Mas, olha só, que beleza! Vou usar como tempero!
Justo naquele momento ia passando um rapaz que depressa aproveitou e, provando ser capaz, mal Dona Zi se virou, pegou o pezinho e zás!
Como nós todos sabemos, arruda é uma planta forte. Para quem vive azarado, e até com medo da morte, basta arrumar um raminho. Qualquer azar vira sorte!"
A superstição segundo a qual a arruda traz benefícios espirituais e protege quem usa, espanta o mal e traz boa sorte é bastante forte e presente em nosso dia a dia. Partindo daí, Bel Azevedo criou uma aventurosa e terna história para um singelo raminho de arruda, que passa por muitas mãos e acontecimentos, sempre levando fé e esperança.
O texto narrativo, metrificado e rimado é fluente, divertido, gostoso de ler. Um posfácio sobre os poderes da arruda informa e aprofunda a leitura.
As ilustrações de Luis Matuto, do Estúdio Arado, ampliam e enriquecem o clima bem brasileiro do texto, com personagens típicas de nosso povo, apresentadas em traços e cores que mesclam nostalgia e contemporaneidade. A partir de sua pesquisa, o artista capta a essência da cultura gráfica popular para criar imagens que, além de belas, também estabelecem uma conexão emocional imediata com os leitores.
Belo exemplo de um dos muitos aspectos de nossa rica cultura popular!
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