O Rio do Moa bandeira 2
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
08.07.2025
Verlag
Mórula EditorialSeitenzahl
190 (Printausgabe)
Dateigröße
5399 KB
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786561281164
"O Rio do Moa - Bandeira 2", livro organizado por André Diniz e Diogo Cunha, com uma releitura emocionante das crônicas do grande Moacyr Luz, originalmente publicadas no jornal O Dia.
Nesta obra, o subúrbio carioca ganha vida com os tradicionais bate-bolas, festas de São Jorge, desfiles do Cacique de Ramos e do Bafo da Onça. Como garantem os organizadores: é tudo verdade!
"Para muitos caminhantes do planeta há o entendimento que tudo que existe é dotado de espiritualidade. Os espíritos correm mundo, se aninham em tudo e nesse fiar de intimidade vão dando o tom dos sentidos das coisas, seus usos e saberes. Os materialistas piram, cortam um dobrado com essa aposta, porém em um canto desse mundaréu o filósofo europeu, xará do fundador da Portela e do perspicaz palhaço brasileiro, nos chamaria atenção: "as pelejas pelas coisas brutas e materiais não se dão sem as mais refinadas e espirituais". No Rio de Janeiro, essa quizumba armada às margens da baía, encruzada por trilhos suburbanos, vigiada pelos morros, imantada no axé de batedores de
pernas, mentirosos, inventores de mundo, vagabundos de toda estirpe e edificada pelos balcões de botequins, caminha o cronista. Nosso querido Moa é iniciado nos fundamentos da escuta e mumunhas da palavra, acessa o espírito das coisas, uma espécie de clínico geral da rua, um bruxo que se hospeda no meio-fio e risca seus pontos de força enquanto contempla o passar da vida. Esse livro é também uma caldeira com porções de torresmo, gambiarras de afeto, perrengues da trívia, porres de esperança, medalhas de santo e chamegos de quintal, é um passeio na sensibilidade desse velho mandingueiro e reafirma Moacyr Luz como um fundamento carioca, que nos brinda nesses escritos com uma banca de soluções cotidianas".
Luiz Rufino
Nesta obra, o subúrbio carioca ganha vida com os tradicionais bate-bolas, festas de São Jorge, desfiles do Cacique de Ramos e do Bafo da Onça. Como garantem os organizadores: é tudo verdade!
"Para muitos caminhantes do planeta há o entendimento que tudo que existe é dotado de espiritualidade. Os espíritos correm mundo, se aninham em tudo e nesse fiar de intimidade vão dando o tom dos sentidos das coisas, seus usos e saberes. Os materialistas piram, cortam um dobrado com essa aposta, porém em um canto desse mundaréu o filósofo europeu, xará do fundador da Portela e do perspicaz palhaço brasileiro, nos chamaria atenção: "as pelejas pelas coisas brutas e materiais não se dão sem as mais refinadas e espirituais". No Rio de Janeiro, essa quizumba armada às margens da baía, encruzada por trilhos suburbanos, vigiada pelos morros, imantada no axé de batedores de
pernas, mentirosos, inventores de mundo, vagabundos de toda estirpe e edificada pelos balcões de botequins, caminha o cronista. Nosso querido Moa é iniciado nos fundamentos da escuta e mumunhas da palavra, acessa o espírito das coisas, uma espécie de clínico geral da rua, um bruxo que se hospeda no meio-fio e risca seus pontos de força enquanto contempla o passar da vida. Esse livro é também uma caldeira com porções de torresmo, gambiarras de afeto, perrengues da trívia, porres de esperança, medalhas de santo e chamegos de quintal, é um passeio na sensibilidade desse velho mandingueiro e reafirma Moacyr Luz como um fundamento carioca, que nos brinda nesses escritos com uma banca de soluções cotidianas".
Luiz Rufino
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