Os que tanto acreditaram
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB
Kopierschutz
Nein
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Altersempfehlung
18 - 99 Jahr(e)
Erscheinungsdatum
20.09.2025
Verlag
Editora ValentinaSeitenzahl
464 (Printausgabe)
Dateigröße
2550 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9788558891226
Em 1985, Yale Tishman, jovem diretor de fomento de uma galeria de arte em Chicago,
está prestes a dar uma tacada de mestre ao captar uma coleção extraordinária de obras
dos anos 1920: Modigliani, Metzinger, Soutine, Pascin, Hébuterne, Foujita...
Ao mesmo tempo que a carreira começa a deslanchar, o massacre provocado pela
epidemia de AIDS cresce à sua volta, aproximando-se impiedosamente daqueles que
tanto ama e trazendo consigo o preconceito, o descaso e a indiferença de um governo
propositalmente negligente.
Enquanto Yale se despede de Nico - um de seus melhores amigos -, o relacionamento
com Charlie, companheiro e ativista dos direitos LGBT, começa a ser testado pelo efeito
dominó provocado pelas mortes. Charlie e Yale sabem que o vírus está rondando
perigosamente o casal.
Trinta anos mais tarde, Fiona, a melhor amiga de Yale e irmã de Nico, está em Paris
tentando encontrar a filha que sumiu com o companheiro após entrar para uma seita.
Hospedada com um velho amigo, fotógrafo renomado que documentou a epidemia em
Chicago, ela encara as devastadoras maneiras como a AIDS afetou sua vida e sua
relação com a filha, com a família e consigo mesma.
Essas duas histórias interligadas nos mergulham na profunda tristeza e no caos que
assolou os anos 1980, enquanto Yale e Fiona lutam para encontrar esperança em meio à
catástrofe.
Makkai nos transporta magistralmente para um mundo de amor e perda, de sonhos e
decepções, e para o coração da comunidade gay sendo aniquilada não somente pelo
vírus e pelo medo, mas também pela falta de remédios, de assistência médica, de
vontade política, de políticas públicas e, principalmente, pela falta de compaixão e
empatia.
Uma obra-prima da literatura moderna, OS QUE TANTO ACREDITARAM levanta
questões como ativismo, redenção, tragédia, otimismo, hipocrisia, e de como nos
conectamos com os horrores de uma doença mortal, com o legado do vírus, com a
solidão de uma geração dizimada, e, essencialmente, com o poder da amizade e da
generosidade, poder que aflora em momentos tão dolorosos quanto o início da epidemia
de AIDS.
está prestes a dar uma tacada de mestre ao captar uma coleção extraordinária de obras
dos anos 1920: Modigliani, Metzinger, Soutine, Pascin, Hébuterne, Foujita...
Ao mesmo tempo que a carreira começa a deslanchar, o massacre provocado pela
epidemia de AIDS cresce à sua volta, aproximando-se impiedosamente daqueles que
tanto ama e trazendo consigo o preconceito, o descaso e a indiferença de um governo
propositalmente negligente.
Enquanto Yale se despede de Nico - um de seus melhores amigos -, o relacionamento
com Charlie, companheiro e ativista dos direitos LGBT, começa a ser testado pelo efeito
dominó provocado pelas mortes. Charlie e Yale sabem que o vírus está rondando
perigosamente o casal.
Trinta anos mais tarde, Fiona, a melhor amiga de Yale e irmã de Nico, está em Paris
tentando encontrar a filha que sumiu com o companheiro após entrar para uma seita.
Hospedada com um velho amigo, fotógrafo renomado que documentou a epidemia em
Chicago, ela encara as devastadoras maneiras como a AIDS afetou sua vida e sua
relação com a filha, com a família e consigo mesma.
Essas duas histórias interligadas nos mergulham na profunda tristeza e no caos que
assolou os anos 1980, enquanto Yale e Fiona lutam para encontrar esperança em meio à
catástrofe.
Makkai nos transporta magistralmente para um mundo de amor e perda, de sonhos e
decepções, e para o coração da comunidade gay sendo aniquilada não somente pelo
vírus e pelo medo, mas também pela falta de remédios, de assistência médica, de
vontade política, de políticas públicas e, principalmente, pela falta de compaixão e
empatia.
Uma obra-prima da literatura moderna, OS QUE TANTO ACREDITARAM levanta
questões como ativismo, redenção, tragédia, otimismo, hipocrisia, e de como nos
conectamos com os horrores de uma doença mortal, com o legado do vírus, com a
solidão de uma geração dizimada, e, essencialmente, com o poder da amizade e da
generosidade, poder que aflora em momentos tão dolorosos quanto o início da epidemia
de AIDS.
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