Este livro é uma reflexão urgente sobre as estruturas de poder que moldam a produção do conhecimento e as transições globais no século XXI. Deste modo, Tubias Capaina analisa criticamente o neoesclavagismo intelectual e o neocolonialismo institucional, mostrando como ampliam desigualdades históricas. Na primeira parte, mergulha no microcosmo da academia, usando narrativas autobiográficas para expor violências epistêmicas sofridas por estudantes internacionais e revelando como a relação entre orientador e orientando pode reproduzir lógicas coloniais. Assim, inspirando-se em pensadores como Frantz Fanon, Ng¿g¿ wa Thiong'o e Paulo Freire, [TC], propõe uma "ecologia de saberes" para ultrapassar a "Pedagogia da Incerteza". Na segunda parte, aborda geopolítica e sustentabilidade, destacando que projetos de energia "limpa" muitas vezes reproduzem exploração e criam "territórios de sacrifício" no Sul Global. Com exemplos de Moçambique e Brasil evidencia a necessidade de abordagens "decoloniais" centradas na "autodeterminação" o livro celebra estratégias de resistência e insurgência epistêmica, sendo uma luz para a descolonização do conhecimento e a construção de "futuros sustentáveis".
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