Num mundo cada vez mais globalizado, a migração estudantil surge como um fenómeno importante, revelando tanto as aspirações individuais como os desequilíbrios estruturais entre países. A nova Argélia de hoje, com mais de 47 milhões de habitantes, não pode continuar a ser um mero conjunto de indivíduos com fracas ligações horizontais e verticais. Numa altura em que o país enfrenta grandes desafios - económicos, sociais, ambientais e geopolíticos - torna-se imperativo reforçar a coesão nacional. Construir a Argélia de amanhã significa construir uma sociedade unida, consciente das suas responsabilidades colectivas e confiante nas suas instituições. A coesão social e a ligação ao país podem ser uma resposta à migração estudantil de longa duração. A coesão social parece, portanto, ser uma alavanca estratégica para incentivar a retenção de talentos, reforçando o sentimento de pertença, a inclusão e a confiança no futuro dentro do país. Acreditamos que este trabalho contribuiu para a compreensão da sociedade argelina e influenciou estas reformas. "O aniversário da nossa independência (...).
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