Os resíduos de culturas estão a receber considerável atenção devido à escassez de forragem verde. A utilização eficiente desses resíduos de culturas por ruminantes é praticamente impossível, pois eles são ricos em fibras e pobres em proteínas. Assim, são necessárias fontes eficazes e económicas de energia e nitrogénio para complementar a forragem de baixa qualidade para ruminantes. As farinhas de sementes oleaginosas e os grãos de cereais são suplementos eficazes, mas são caros para os agricultores de nível baixo a médio. Além disso, há uma margem muito limitada para aumentar a área de cultivo de forragem. Portanto, os excrementos animais, o estrume ou o adubo têm sido amplamente investigados quanto ao seu valor nutricional. Por isso, está a ser dada muita ênfase à utilização de resíduos agroindustriais e excrementos animais nas rações dos ruminantes. A utilização de excrementos animais não só é uma fonte barata de proteínas, como também permite resolver o problema da eliminação e poluição dos agricultores nas zonas periurbanas. A presente investigação foi planeada para examinar a influência do estrume bovino tratado com palha de trigo, ensilado com ureia e grãos de milho triturados na sua composição química e cinética de digestão in situ.
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