O ardil da flexibilidade Os trabalhadores e a teoria do valor
-
- Einzelkauf Download ausgewählt
-
Sprache:Portugiesisch
Fr. 9.00
inkl. gesetzl. MwSt.Beschreibung
Produktdetails
Format
ePUB
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
18.12.2017
Verlag
Boitempo EditorialSeitenzahl
288 (Printausgabe)
Dateigröße
1798 KB
Sprache
Portugiesisch
EAN
9788575595879
Esse livro do sociólogo Sadi Dal Rosso aparece em um momento delicado da política econômica brasileira, no qual se desfecham ataques devastadores sobre o trabalho e a previdência social, e desempenha um papel crítico contra a destruição de condições de trabalho, construídas durante décadas de lutas sociais pelos trabalhadores.
Ao iniciar pelos países ricos, passando pelos países de rendimentos médios e até mesmo países empobrecidos que organizam seus negócios por meio de empresas vinculadas ao processo de globalização, a flexibilidade ganha terreno nas mais diversas esferas da organização do trabalho, no emprego, na repartição das tarefas, na qualificação profissional até na divisão das horas de trabalho.
O autor contempla o estudo e a crítica da flexibilidade aplicada à distribuição das horas laborais, em primeiro lugar, por ser um fenômeno observável na organização do trabalho cotidiano e, em segundo, porque relaciona a distribuição flexível com a teoria do valor, a teoria mais crítica da relação entre trabalho e capital. Apresentada inicialmente como medida em favor dos trabalhadores, representa um ardil, pois na realidade atende centralmente à necessidades do capital, de outro modo não seria empregada nas atividades econômicas, e transparece nas desigualdades contidas nas categorias de gênero, idade, cor e raça, amplamente exploradas nesta obra.
Ao iniciar pelos países ricos, passando pelos países de rendimentos médios e até mesmo países empobrecidos que organizam seus negócios por meio de empresas vinculadas ao processo de globalização, a flexibilidade ganha terreno nas mais diversas esferas da organização do trabalho, no emprego, na repartição das tarefas, na qualificação profissional até na divisão das horas de trabalho.
O autor contempla o estudo e a crítica da flexibilidade aplicada à distribuição das horas laborais, em primeiro lugar, por ser um fenômeno observável na organização do trabalho cotidiano e, em segundo, porque relaciona a distribuição flexível com a teoria do valor, a teoria mais crítica da relação entre trabalho e capital. Apresentada inicialmente como medida em favor dos trabalhadores, representa um ardil, pois na realidade atende centralmente à necessidades do capital, de outro modo não seria empregada nas atividades econômicas, e transparece nas desigualdades contidas nas categorias de gênero, idade, cor e raça, amplamente exploradas nesta obra.
Kundinnen und Kunden meinen
Verfassen Sie die erste Bewertung zu diesem Artikel
Helfen Sie anderen Kund*innen durch Ihre Meinung