A Guerra Brasileira crônicas de uma crise político-institucional anunciada - Volume 2
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
22.06.2023
Verlag
Editora CRVSeitenzahl
348 (Printausgabe)
Dateigröße
1765 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786525149745
O que se mira na leitura sequencial ou intercalada de todos esses breves e simbólicos registros "taquigráficos", aos moldes de crônicas e pequenos ensaios, é traduzir, em linguagem acessível e menos "academicista", uma "teoria" sobre a natureza e a mecânica do modelo político brasileiro atualmente em vigência (de raízes seculares), ofertada em doses "homeopáticas" e propositadamente ligeiras, de descomplicada e decifrável modulação, em contribuição a uma conscientização mais refinada do leitor a respeito do nebuloso cenário em que está, conjuntural e estruturalmente, inserido, seus riscos e ameaças inerentes.
Se a Operação Lava Jato serviu para expor, à luz do dia, às massas traídas, as entranhas putrefatas do tradicional e antirrepublicano consórcio ("mecanismo") instalado no poder, em complemento o mandato de Jair Bolsonaro, com todos os episódios a ele inerentes - da eleição de 2018 à derrota de 2022 -, evidenciou a falsidade do espírito democrático dessas mesmas e carcomidas elites - que jamais admitiram, por despudorado "apego" às chaves do cofre, qualquer alternância no poder.
Quem venceu a última eleição presidencial em terra brasilis, de fato, não foram as "esquerdas" tupiniquins ou a agenda "progressista", tampouco o "socialismo bolivariano" (tudo ilusão de ótica), mas o tradicional estamento patrimonialista-oligárquico, renovado em seus compartes e quinhoeiros, atualmente associado, sem meias medidas, ao crime organizado.
Se a Operação Lava Jato serviu para expor, à luz do dia, às massas traídas, as entranhas putrefatas do tradicional e antirrepublicano consórcio ("mecanismo") instalado no poder, em complemento o mandato de Jair Bolsonaro, com todos os episódios a ele inerentes - da eleição de 2018 à derrota de 2022 -, evidenciou a falsidade do espírito democrático dessas mesmas e carcomidas elites - que jamais admitiram, por despudorado "apego" às chaves do cofre, qualquer alternância no poder.
Quem venceu a última eleição presidencial em terra brasilis, de fato, não foram as "esquerdas" tupiniquins ou a agenda "progressista", tampouco o "socialismo bolivariano" (tudo ilusão de ótica), mas o tradicional estamento patrimonialista-oligárquico, renovado em seus compartes e quinhoeiros, atualmente associado, sem meias medidas, ao crime organizado.
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