O que pode um geocorpo? saúde, doença e morte atravessados nas linhas vitais de pacientes terminais
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
30.06.2023
Verlag
Editora DialéticaSeitenzahl
204 (Printausgabe)
Dateigröße
2125 KB
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786525279749
(...) Estamos diante de uma obra que trata de questões fundamentais da existência humana, saúde, vida, morte, doença. A obra reivindica uma análise singular dessas questões e se mostra radicalmente cravada por cristais filosóficos, lampejos poéticos, literários e, acima de tudo, afetivos. Percorrendo cada capítulo, o leitor enfrenta os paradoxos, retirando-se das formas simplistas e dualistas sugeridas pela racionalidade objetiva, e entra em uma paisagem criada pelas multiplicidades de sentidos (...), o tema se faz na radical abertura dos entremeios entre saúde e doença, pois entre morte-vida-morte-saúde-doença-saúde há um entremeio nebuloso, suspenso, que não se deixa cravar pela experiência do corpo doente ou saudável (...). Dessas questões, há um mapa corpo-vivo-morto ou morto-vivo em corpos de pacientes terminais em tratamento de câncer que põe a vida em nuvem, mesmo em ato possível de finitude (...).
(...) Lucineide Nascimento opera cortes preciosos e desenvolve uma tese tecida pelo conceito maior de Geocorpo, este instaurado pelos seus movimentos vivos, em que todas as formas saltam, vagueiam, instauram o vivente no desconhecido de si, do outro, ao mesmo tempo em que saúde e doença, vida e morte não são territórios duais nem estranhos. O geocorpo atravessa todos os outros corpos que beijam a morte, beijam a vida diariamente (...).
Maria dos Remédios de Brito
Professora de Filosofia da Universidade Federal do Pará; Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
(...) Lucineide Nascimento opera cortes preciosos e desenvolve uma tese tecida pelo conceito maior de Geocorpo, este instaurado pelos seus movimentos vivos, em que todas as formas saltam, vagueiam, instauram o vivente no desconhecido de si, do outro, ao mesmo tempo em que saúde e doença, vida e morte não são territórios duais nem estranhos. O geocorpo atravessa todos os outros corpos que beijam a morte, beijam a vida diariamente (...).
Maria dos Remédios de Brito
Professora de Filosofia da Universidade Federal do Pará; Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
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