Devido Processo Tecnológico na prestação de serviços digitais (tratamento de conteúdo digital) sob responsabilidade das Big Techs
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
31.08.2023
Verlag
Editora DialéticaSeitenzahl
76 (Printausgabe)
Dateigröße
2006 KB
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786525294414
Nesta obra, o autor mostra um pensamento muito atual sobre o Devido Processo Tecnológico (technological due process), propõe requisitos mínimos para o controle da privacidade e o tratamento de conteúdo digital personalíssimo (ex.: perfil comportamental e de acesso à internet), aborda a falta de transparência na prestação de serviços digitais, aponta as igualdades material e processual tecnológicas como indispensáveis aos direitos do consumidor e obrigações regulatórias.
Montenegro apresenta inovação jurídica-tecnológica em eixos estruturantes para o tratamento de conteúdo digital, mostra a ausência de obrigações e políticas públicas para prestação de serviços digitais das Big Techs, em correlação à prestação de serviços das mídias e comunicações tradicionais (televisão, rádio, telefonias fixa e móvel), especialmente no tocante a privacidade, formas de difusão de informações e comunicação social digital.
O autor alerta que as nações devem reconhecer a deficiência de tutela à privacidade digital, a partir de violações provocadas por implementações de alta tecnologia (inteligência artificial, automação de decisões por algoritmos) e formas indiscriminadas de como se acessa e trata o conteúdo digital gerado por terceiro (personalíssimo), sem conceder a seu titular o controle integral e a transparência de acesso.
Montenegro discorre sobre fiscalização conciliatória on-line, uma forma de regulação participativa para acompanhar os conflitos entre os consumidores e as Big Techs.
Montenegro apresenta inovação jurídica-tecnológica em eixos estruturantes para o tratamento de conteúdo digital, mostra a ausência de obrigações e políticas públicas para prestação de serviços digitais das Big Techs, em correlação à prestação de serviços das mídias e comunicações tradicionais (televisão, rádio, telefonias fixa e móvel), especialmente no tocante a privacidade, formas de difusão de informações e comunicação social digital.
O autor alerta que as nações devem reconhecer a deficiência de tutela à privacidade digital, a partir de violações provocadas por implementações de alta tecnologia (inteligência artificial, automação de decisões por algoritmos) e formas indiscriminadas de como se acessa e trata o conteúdo digital gerado por terceiro (personalíssimo), sem conceder a seu titular o controle integral e a transparência de acesso.
Montenegro discorre sobre fiscalização conciliatória on-line, uma forma de regulação participativa para acompanhar os conflitos entre os consumidores e as Big Techs.
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