Bela Cruz - Famílias Endogâmicas
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Sprache:Portugiesisch
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Produktdetails
Format
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Nein
Erscheinungsdatum
28.01.2025
Verlag
Clube de autoresSeitenzahl
180 (Printausgabe)
Dateigröße
1792 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
3410001841651
Este livro é mais uma notícia ou roteiro destinado ao melhor conhecimento da história da ribeira do Acaraú e, especialmente, do município de Bela Cruz. Tem como alvo esclarecer o que há de real e de fictício nas crônicas e anais daqueles que nos precederam (pelas veredas da história) nesta região das sesmarias de Manoel de Goes. O topônimo - Santa Cruz - foi seu primeiro nome, conforme consta na Escritura do terreno doado para o Patrimônio da Capela, em 1732, e nas milhares de Certidões de Batismos, Casamentos e Óbitos, conservadas nos Livros Paroquiais da época, até 1938, quando o Decreto Federal nº 311, deu-lhe a denominação de Bela Cruz, que prevalece até hoje. É o berço que acolheu a família Vaz-Carrasco, vinda de Pernambuco, no início do século XVIII, ligada aos Albuquerque, Araújo, Cavalcante, Goes, Holanda, Vasconcelos e Xerez; terra que acolheu portugueses - e descendentes - que deram origem às famílias do Vale do Acaraú. Afora as consultas que fizemos aos Arquivos Paroquiais, e à valiosa hemerobibliografia, em relevo a Revista do Instituto do Ceará (publicada desde 1887), quiçá, a mais importante e séria publicação, sobretudo no que concerne à divulgação e ao revisionismo da nossa História, Geografia e Antropologia; talvez - no mais - todo o mérito deste livro esteja em reunir, num só lugar, boa parte do acervo estudado nestas fontes. Os lugares, quaisquer que sejam eles, contam uma história, dão forma a um passado que, envolvendo as pessoas que lá habitam, fazem desse passado uma história comum. Aqui fazemos o registro da pequena povoação que começou provavelmente, em 1683, com currais de gado e alguma plantação do sesmeiro Manoel de Goes, ou 1702, com Nicolau da Costa Peixoto e sua mulher Paula de Sá. A Capela, construída em 1732, foi o princípio da invocação de Nossa Senhora da Conceição. Posteriormente, ali chegaram Manoel Vaz Carrasco, José de Xerez Furna Uchoa, Domingos Aguiar de Oliveira, José de Araújo Costa e outros, hoje aqui estudados como troncos genealógicos da região.
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