Beschreibung
Produktdetails
Format
ePUB 3
Kopierschutz
Ja
Family Sharing
Ja
Text-to-Speech
Ja
Erscheinungsdatum
10.09.2025
Verlag
Faro EditorialSeitenzahl
192 (Printausgabe)
Dateigröße
11467 KB
Auflage
1. Auflage
Sprache
Portugiesisch
EAN
9786559578702
O que aconteceria com a humanidade se a imprensa começasse a mentir? Como ficaria o mundo se grandes veículos de comunicação traíssem a sua missão de informar? A civilização sobreviveria a uma onda de manipulação travestida de jornalismo?
Neste livro recheado de fatos reais, Guilherme Fiuza narra em tom de farsa a crise do noticiário moderno. Divirta-se com este mergulho nos bastidores do "jornalismo mentira".
"Após séculos e séculos de sofrimento com seus dramas de consciência, o ser humano finalmente viu a luz. Desenhou-se diante dele a possibilidade de mandar para o espaço todos os escrúpulos e viver de acordo com as suas pulsões primárias (que delícia!). Apenas seria importante manter as aparências de espécie obediente às leis e à ética (rs).
O trabalho de campo foi iniciado e os resultados foram fantásticos: sim, havia gente suficientemente capaz de criar manchetes idênticas em veículos concorrentes, invertendo os fatos com grande desinibição e jogando premissas geneticamente modificadas no ventilador da opinião pública.
E a perfeição foi alcançada com o dispositivo matador: quem discordasse dessa alquimia passaria a ser acusado de 'desinformação' - palavrinha marota que nossa máquina de propaganda transformou em pecado capital."
Neste livro recheado de fatos reais, Guilherme Fiuza narra em tom de farsa a crise do noticiário moderno. Divirta-se com este mergulho nos bastidores do "jornalismo mentira".
"Após séculos e séculos de sofrimento com seus dramas de consciência, o ser humano finalmente viu a luz. Desenhou-se diante dele a possibilidade de mandar para o espaço todos os escrúpulos e viver de acordo com as suas pulsões primárias (que delícia!). Apenas seria importante manter as aparências de espécie obediente às leis e à ética (rs).
O trabalho de campo foi iniciado e os resultados foram fantásticos: sim, havia gente suficientemente capaz de criar manchetes idênticas em veículos concorrentes, invertendo os fatos com grande desinibição e jogando premissas geneticamente modificadas no ventilador da opinião pública.
E a perfeição foi alcançada com o dispositivo matador: quem discordasse dessa alquimia passaria a ser acusado de 'desinformação' - palavrinha marota que nossa máquina de propaganda transformou em pecado capital."
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