"- Ó José Gaio!" Como um mantra sombrio, o chamativo se repete ao longo de toda narrativa, ouvida por seu protagonista. Paralisado diante de uma cruz que marcava o local de um assassinato, numa noite de tempestade, ele não consegue sair dali. Por quê? O leitor só o saberá no final surpreendente! Trindade Coelho, prosador português, faz aqui uso de sua usual narrativa de matizes rústicos para retratar brilhantemente cenas de sua região, Trás-os-Montes, Portugal.
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